BANCADA EVANGÉLICA SAI EM DEFESA DA FAMÍLIA E DERROTA IDEOLOGIA DE GÊNERO E ABORTO NA CÂMARA Em 24/02/2016

O deputado federal Ronaldo Fonseca respondeu aos parlamentares que acusaram os defensores da emenda de estarem votando contra a mulher. (…) o que se está querendo substituir é apenas essa perspectiva de gênero, mas continuando a defender os direitos da mulher e a igualdade entre homem e mulher. Essa conversa fiada de que estamos votando contra a mulher é golpe, portanto, deve ser retirado do texto. Concluiu.
A Câmara dos deputados aprovou, com emendas, a redação final da Medida Provisória 696 de 2015 da reforma administrativa feita pelo governo em outubro do ano passado.
Entre os itens da MP 696, dois apresentavam propostas que ferem frontalmente a família tradicional. Um dos pontos polêmicos foi a proposta do recém-criado ministério das mulheres que incluía a ideologia de gênero nas políticas para as mulheres, numa tentativa clara de incluir o público LGBTT e defender a prática do aborto. Atenta, a bancada evangélica reagiu e apresentou emenda suprimindo o texto.
A redação original propunha um planejamento da incorporação da perspectiva de gênero que contribua na ação do Governo federal e das demais esferas do governo para a promoção de igualdade entre mulheres e homens. A bancada evangélica saiu em defesa da família e apresentou uma emenda suprimindo a incorporação da perspectiva de gênero. O novo texto manteve apenas a proposta de um planejamento que contribua na ação do Governo federal e das demais esferas do governo para a promoção de igualdade entre mulheres e homens. Apesar dos protestos dos defensores da ideologia de gênero, a emenda foi aprovada na Câmara dos deputados. Ao conseguir aprovar a alteração no texto original, a bancada evangélica evitou que o Governo use a estrutura do Ministério das Mulheres para promover ações voltadas para o público LGBTT. Para o deputado Ronaldo Fonseca, a insistência do governo em defender a ideologia de gênero é uma agressão à família natural. Querem introduzir uma terceira ordem sexual. Afirmou. O parlamentar também respondeu aos parlamentares que acusaram os defensores da emenda de estarem votando contra a mulher. Perspectiva de gênero não é definição de gênero minha gente! Definição de gênero é homem ou mulher e o que se está querendo substituir é apenas essa perspectiva de gênero, mas continuando a defender os direitos da mulher e a igualdade entre homem e mulher. Essa conversa fiada de que estamos votando contra a mulher é golpe, portanto, deve ser retirado do texto. Concluiu.
Outra alteração aprovada, acrescentou ao texto da Medida Provisória, que o Ministério das Mulheres deverá coordenar a política nacional dos direitos humanos em conformidade com o Pacto de São José da Costa Rica. O Pacto defende que o direito à vida deve ser protegido pelo Estado desde o momento de sua concepção. O texto original se baseava apenas no Programa Nacional de Direitos Humanos (PNHD). Na prática, a alteração fecha as portas para a prática do aborto, na medida em que obriga o Estado a defender o direito à vida desde sua concepção.
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