Petrobras dá calote "sem fronteiras" em programa que era vitrine petista


Petrobras dá calote "sem fronteiras" em programa que era vitrine petista

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Uma das bandeiras da gestão da presidente Dilma Rousseff, o programa Ciência sem Fronteiras encolheu neste ano não só pela crise, mas também pelo calote que levou de uma empresa do próprio governo. A Petrobras, estatal que ficou responsável por bancar R$ 318 milhões para apoiar 5.005 alunos que seriam beneficiados com intercâmbio em outros países, não repassou a última parcela desse montante ao CPNq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), responsável por intermediar a liberação do dinheiro aos estudantes. O calote já soma R$ 82 milhões.


A Petrobras alega que o terceiro pagamento estaria bloqueado pela área jurídica da empresa, que teria aprovado “com ressalvas” as duas primeiras prestações de contas do CNPq com relação aos alunos que a estatal financiou no exterior. Dessa forma, o jurídico estaria impedindo o depósito do terceiro pagamento devido a essas “pendências”.

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